Durante a viagem uns dormiam, outros
liam, os professores conversavam...
Aterramos em Veneza pelas 20:00
horas locais.
Após resgatarmos as nossas malas
(felizmente nenhuma se extraviou) rumamos diretamente para Ljubljana onde fomos
recebidos por duas professoras eslovenas. Acomodamo-nos e fomos passear um
pouco pela cidade. Devido ao adiantado da hora e cansaço o passeio foi curto.
Havia que descansar!
DOMINGO: 17/06/2012
No domingo de manhã bem cedo saímos de Ljubljana e, de
autocarro, rumamos até Bled, juntamente
com a equipa francesa, turca e eslovena.
Aí visitamos o Lago Bled de onde
nasce o rio que corre num desfiladeiro onde as montanhas metiam respeito pela
sua aridez e inacessibilidade. Das pontes de madeira que tivemos de atravessar
senti-me como uma formiga. A paisagem era deslumbrante e ao mesmo tempo causava receio.
Após esta visita percorremos mais uns
quilómetros até chegarmos a CSOD Planica. Descansamos um pouco, jantamos (comida
horríííível!!!) e fizemos uma apresentação sobre o nosso país, a nossa cidade e
a nossa escola. Ouvimos a apresentação dos outros grupos após a qual posso
dizer que a Turquia é um país fantástico, os alemães têm um bom nível de vida,
os eslovenos um bom sentido de humor e os franceses não falam inglês (falam
qualquer coisa aproximada!!)

Para acabar o dia ainda fomos
praticar desporto.
Fui dormir contente mas cansado.
SEGUNDA-FEIRA:18/06/2012
Pela manhã, bem
cedo, pegamos nas bicicletas e dirigimo-nos para o local do Workshop de
Biologia, Química ou Física. Fiz trabalho de campo num pântano onde compreendi
a sua importância na biodiversidade local
e debatemos os prós e contras da sua existência.
De regresso ao centro Olímpico pedalamos
mais um bocado a fim de abrir o apetite para o almoço (para mim, a pior parte
do dia pois a comida não era muito do meu género).
No fim do almoço descansamos um
pouco e pelas 16 horas pedalamos até ao
lago Jasna, perto de Kranska Gora. Tomamos uma banho de água gelada, para
refrescar, e regressamos ao Centro Olímpico, sempre a pedalar e quase sempre a
subir. Chegamos novamente a precisar de um banho, mas desta vez de chuveiro, no
quarto.
Jantamos e fomos para o ginásio
praticar jogos coletivos cujo objetivo era conhecermo-nos melhor, convivermos e
conversarmos.
Dormir, sabe sempre bem depois de
tanta pedalada!!!

TERÇA-FEIRA:19/06/2012
Após o
pequeno-almoço partimos para o monte Sleme. O carro deixou-nos na base do monte
e depois foi caminhar até alguns bons metros de altitude. A vista era magnífica.
Destacava-se a presença de clima de montanha, ou seja, conforme se subia a
vegetação alterava. Notei que a paisagem era diferente daquela a que estamos
habituados no Gerês, por exemplo.
No meio de tanto monte, encontramos
um rebanho (animais selvagens) em que
uma ovelha teve a gentileza de me vir cumprimentar lambendo as minhas
botas novas de montanha. Tirei-lhe uma foto e ficamos amigos.
Após tanta subida e descida o almoço
deveria ter sido melhor!
Depois de descansar um pouco,
caminhamos até Tamar Valley. Era um pequeno vale no meio de enormes montanhas.
Não era habitado. Era apenas um ponto turístico muito bonito que imanava paz.
De regresso ao centro de Planica,
jantamos e assistimos e praticamos dança tradicional turca, eslovena e
francesa.
Que bem dormi!


QUARTA-FEIRA:20/06/2012
Pela manhã, bem cedo, fiz exercício
subindo, degrau a degrau, a rampa principal de ski jumping e quando voltei
começamos a preparar a apresentação do trabalho final de campo da nossa equipa.
Depois da apresentação de todos os trabalhos das outras equipas, dos outros
países, fizemos as malas e despedimo-nos de Planica.
Regressamos a Ljubljana,
instalamo-nos no hotel e fomos jantar a um restaurante no centro da cidade com
duas professoras turcas.
Fiquei fascinado com a beleza
noturna de Ljubljana. Achei a cidade muito iluminada, muito movimentada e cheia
de esplanadas.


QUINTA-FEIRA:21/06/2012
Logo pela manhã visitamos a escola do
grupo de alunos eslovenos. A escola foi-nos mostrada por quatro colegas
eslovenas e três professoras. Bem diferente da nossa a escola, é antiga e fica
situada mesmo no centro da cidade de Ljubljana.
Foi nesta visita que comecei a construção
do meu dicionário particular de esloveno-português. Durante o almoço, na
companhia da comitiva francesa e das quatro alunas eslovenas (bem bonitas, aliás!),
enriqueci o meu minidicionário. Comi bem, finalmente.
No fim de almoço duas das alunas eslovenas
acompanharam-nos numa visita breve à cidade e num passeio de barco no rio.
Visitamos o castelo onde conhecemos umas simpáticas turistas inglesas. O seu
sotaque Inglês não deixava dúvidas! Eram Londrinas!
Nesse fim de tarde assistimos ao
jogo da seleção Portuguesa contra a República Checa na companhia da comitiva eslovena
que veio a Portugal e uma Tailandesa que conhecemos no hotel e que sabia falar
um pouco de português.
Aplaudimos muito a nossa vitória!
Dormi feliz depois de passar o
melhor dia de toda a visita.

SEXTA-FEIRA:22/06/2012
Logo de manhã apanhamos a carrinha
para Veneza, onde almoçamos.
O resto do dia foi passado a visitar
a cidade: Praça de S. Marcos, monumentos importantes, caminhar ao longo dos
canais, apreciar engarrafamentos de gôndolas. Foi divertido.
Depois do jantar foi o regresso ao
hotel já com saudades do que íamos deixar para trás.
SÁBADO:23/06/2012
Logo pela manhã apanhamos o voo para
Portugal.
Chegamos por volta do meio-dia e
tínhamos todos os nossos familiares à nossa espera!
Durante toda a estadia o tempo
esteve magnífico, e alguma da bagagem que pediram, nomeadamente luvas, meias
grossas, polares... não foram necessários! (e ainda bem...)
Os
professores que nos acompanharam foram de uma delicadeza extrema, muito
simpáticos, sempre disponíveis para nos ajudarem no que fosse preciso e, por
isso, não posso deixar de lhes agradecer.
ISAC TAVARES PINHÃO:
No primeiro dia,
depois de um voo em que toda a gente estava excitada, aterramos no aeroporto de
Veneza, onde eramos esperados por um condutor que nos levou para Ljuljana,
Eslovénia.
Chegamos ao hostel
onde fomos passar a noite, depois de uns imprevistos, onde fomos recebidos pelas
professoras Helena e Selma. Rapidamente constatamos que as condições não eram
muito favoráveis e ainda pior era a distribuição dos quartos.
Acordamos cedo e
fomos visitar a cidade, numa visita agradável, já que o grupo sabia que ia ter um dia destinado para comprar lembranças, podendo se
limitar a explorar a cidade.
Depois
de absorver os aspetos culturais da cidade voltamos para o hostel. No dia
seguinte encontramo-nos com parte dos grupos que iam trabalhar connosco num ponto de encontro perto de onde estávamos hospedados e com a
outra parte dos grupos já no autocarro que nos levou para centro desportivo,
onde ficamos nos dias seguintes. Foi nessa viagem de autocarro que os
membros da visita começaram a socializar.
Este
local onde ficamos alojados surpreendeu-me muito já que eu não esperava tão
boas condições.
No
primeiro dia de trabalho estive envolvido num workshop de química. Nesse
workshop fiz várias atividades que me desenvolveram muito científica e
humanamente, devido à boa organização e ao choque de culturas.
Terça-feira
fui, de manhã, de bicicleta, num trabalho de campo, explorar e investigar o
ambiente de Planica.
Nessa tarde fui com a professora Darja e mais
elementos do projeto aos Alpes, numa caminhada que me deixou ver paisagens que
nunca iria ver em Portugal e que nunca tinha pensado vir a ver.
Na
quarta-feira participei num workshop de astronomia, onde fiz atividades, como
deduzir o raio do sol. Nessa mesma tarde os grupos dos workshops e os países
apresentaram os trabalhos que fizeram sobre aqueles três dias. Os resultados
daquela semana foram, na minha opinião, positivos.
Ainda
nessa tarde comemos delícioso gelado feito pelo grupo de Química e um bolo
surpresa. De seguida voltamos para a capital da Eslovénia para o nosso hostel.
Quinta-feira
de manhã fomos à escola do grupo esloveno no projeto, e, como era dia de
exames, conseguimos ver como funciona a escola normalmente. Entre a visita e o
almoço passou pouco tempo.
Almoçamos
com parte do grupo Francês e com algumas raparigas eslovenas que nos fizeram
companhia, tanto no almoço como a visitar a cidade nessa tarde. De noite saímos
com os alunos no projeto que vieram a Portugal.
Sexta-feira
acordamos cedo e fomos diretos para o hotel em Itália onde passamos a noite
seguinte. Quando acabamos de carregar a nossa bagagem para o hotel fomos à
procura de meios de transporte que nos levassem a Veneza, o que foi uma tarefa
complicada, já que era dia de greve em Itália.
Tivemos
um brilhante dia em Veneza. Por isso foi a sentir-me triste que voltei para
o hotel para dormir a última noite antes de voltar para Portugal.
Para
ter a certeza que não ficávamos “presos” no país fomos duas horas antes do
nosso voo para o aeroporto, e depois de uma semana espantosa voltamos para
Portugal.
JOSÉ PEDRO GUIMARÃES:
No dia 16 o avião descolou às 17:20h para
aterrar em Veneza às 21:20h do mesmo dia (horas locais).Saímos do aeroporto e
fomos de carrinha até ao centro de Ljubljana, onde se localizava o nosso hostel.
O hostel não tinha as condições mais apropriadas (tinha só duas casas de banho:
uma para homens e outra para senhoras, e por isso a situação ficou complicada; ficamos com horas reduzidas de sono, por causa do calor e da inexistência de precianas, pois… aquilo era fraco mas até tinha uma sauna!) e eramos distribuídos
em quartos aleatórios, acabando por ficar com pessoas completamente
desconhecidas (até mesmo fora do projeto NaTurE) o que, mais tarde, se tornou numa
coisa positiva, pois conhecemos pessoas completamente novas, de várias partes do
mundo.
Na
manhã seguinte acordamos cedo e, durante toda a manhã, visitamos o fantástico,
neoclássico, centro de Ljubljana. Vimos muitas coisas: desde maravilhosas
pontes, edifícios lindíssimos, um miúdo a fazer as suas necessidades biológicas
numa árvore em plena praça durante o dia, até aos grandes mercados de rua e o canal
que atravessa a cidade.
De tarde fomos para Planica, no norte da Eslovênia,
perto da fronteira com Itália e Aústria, para nos instalarmos no Olimpijski
športni Center Planica, onde ficamos nos
três dias seguintes.O jantar foi tipicamente esloveno (digamos que não é
propriamente o que eu gosto). No início da noite apresentamos, em formato PowerPoint, a nossa
escola, a nossa cidade e o nosso país, tal como todos os outros representantes
de outros países. No final, eu e os outros representantes portugueses, fomos para
o pavilhão desportivo até às 23:30 (hora local) pois era a hora que fechava.
Já
no dia 18 as atividades começaram logo de manhã. Eu fui colocado em
astronomia, o Isac em química e a Sara e o Guilherme em biologia. Como o meu
grupo (constituído por uma alemã, dois franceses, duas turcas e eu) acabou mais
cedo, fomos para a sala de convívio conhecermo-nos melhor; minutos depois, alguns
elementos, incluindo eu, fomos conhecer os arredores do hotel: tem umas árvores
fantásticas e uns trilhos com vários acessos. Depois do almoço
esloveno fui, com a Sara, colocado em biologia. Essas horas passadas no
campo (perto daqueles trilhos, que horas antes tinha feito) foram os momentos
mais divertidos daqueles três dias em Planica. No fim de outra fantástica
refeição eslovena, juntamo-nos com os nossos grupos originais (no meu caso o de
astronomia) e estivemos a participar para o concurso de frases ecológicas para o
calendário NaTurE. Mais tarde, fomos, outra vez, para o pavilhão desportivo onde estivemos a jogar basquetebol, voleibol e badminton com os
representantes de outros países. Senti que foram os momentos de maior
comunicação entre as pessoas.

Na
manhã do dia 19, eu e o Guilherme fomos para a montanha (atividade de biologia)
com outros professores e alunos do NaTurE. No trajeto paramos numa
capela em madeira muito bonita construída nos anos 40 por prisioneiros da 2ª
Grande Guerra;também paramos para vermos um rosto de uma menina numa montanha
e por causa de vacas (literalmente). A partir de um certo ponto começamos a
andar a pé por uns trilhos estreitos e um tanto perigosos. Lá em cima
conhecemos um rebanho de ovelhas, um melro que roubava bolachas de chocolate e
uma paisagem magnífica, linda e imponente, acompanhada por um cheiro subtil a
excremento de ovelha. Quando voltamos, almoçamos de imediato e, de tarde, com
metade das pessoas do projeto, fizemos uma caminhada pelo Tammar vale. Aí há uma nascente
fantástica com água limpa e praticamente gelada, que bebemos, e ainda um campo
de 'dentes de leão' (se não tivesse lá gente eu divertia-me imenso). No fim do jantar, mais uma vez, para o
pavilhão desportivo onde fizemos danças eslovenas, francesas e turcas; aí pensei em ensinar rancho (a dança que aprendemos no 10º ano) mas ninguém me
apoiou… Foi uma pena porque não há nada melhor do que andar as voltas, enquanto se
ouve uma mulher aos gritos:)
No
dia 20 passamos a manhã no quarto a arrumar as malas e na sala de reuniões e preparar uma reflexão sobre o que haviamos vividos neste últimos dias. Depois do almoço, juntei-me
ao resto da equipa portuguesa para fazer a apresentação pública sobre o que vimos e
aprendemos nesses três dias em Planica. No fim das apresentações fomos passar os últimos momentos
com os representantes de outros países.

Horas mais tarde, quando chegamos a
Ljubljana, instalamo-nos no hostel de sempre e fomos, alunos e professores portugueses, jantar ao centro com as
professoras turcas.
Logo
na manhã do dia seguinte visitamos a escola Gimnazija Jožeta Plečnika e mais um pouco do centro de
Ljubljana. No fim do almoço, com a equipa francesa e
alguns elementos da equipa eslovena, fomos trocar de hotel pois o que estavamos não tinha
as condições adequadas. Mais tarde fomos andar de barco pelo canal que atravessa a cidade,
com duas representantes eslovenas; no final visitamos o castelo onde conhecemos um
grupo de ingleses e um pouco do “English
way of talk”. Depois das despedidas fomos jantar ao McDonald’s (pois… ir a
um país diferente e não ir ao “Mc” é crime). Mais tarde encontramo-nos com uma
ex-colega de quarto do hostel, tailandesa e que não fazia parte do projeto;
convidámo-la a vir connosco, e com os representantes eslovenos que vieram a
Portugal na mobilidade de março, ver o jogo Portugal-República Checa.
No dia seguinte, de
manhã cedo, saímos rapidamente do hotel, fomos de carrinha até Mestre (perto de
Veneza) e quando acabamos de nos instalar fomos até Veneza de táxi (nós somos
tão sortudos que fomos para Itália logo num dia de greve dos transportes).
Veneza é fantástico, está cheio de canais, edifícios de várias épocas
históricas, lojas, restaurantes, canais, engarrafamento de gondolas. Resumindo, uma cidade turística, mas mesmo assim, é
uma cidade fantástica. Uma das coisas mais bonitas que eu já vi em toda a minha
vida e que infelizmente, se o degelo dos polos continuar, vai desaparecer. A
praça de São Marcos é um sítio maravilhoso, monumental e, ao mesmo tempo,
acolhedor.


À hora de jantar estivemos a procura de um restaurante que não fosse
caro (Missão Impossível !!!) e acabamos por jantar numa esplanada numa pequena
rua.
O
dia 23 foi bastante simples: pequeno-almoço, autocarro, aeroporto de Veneza,
avião, dormir no avião, aeroporto da Maia (onde recebemos um martelo e um
manjerico à chegada) e despedidas.
Nesta viagem aprendi que na Eslovénia existem aranhas que nos podem paralisar
durante 3 ou 4 horas e ursos(!!!). Aprendi, ainda, muitas coisas sobre a história e a cultura da
Eslovénia/Ljubljana, que cumprir promessas é importante, que existe sempre alguém pior
do que tu e que um pequeno erro não vai destruir a tua vida social; que não se deve
beber bebidas alcoólicas muito depressa, que o inglês é mais importante do que as
pessoas pensam mas menos importante do que elas dizem, que os mercadores venezianos
são difíceis de regatear e que não devemos reclamar quando a nossa mãe faz
comida que não gostamos.
SARA CRISTINA PIMENTA ALMEIDA:
A
aventura pela Eslovénia/Itália, começou logo pelo
avião, visto que era um baptismo para mim. Felizmente a viagem foi calma e pude
apreciar a paisagem sem nenhum medo.
Podíamos ter ficado num melhor sítio na primeira noite, mas depois de jantarmos
pela cidade, lá conseguimos dormir.
Gostei no dia seguinte de darmos uma volta pela cidade de Ljubljana. à nossa
volta todos falavam uma língua estranha, mas era tudo muito bonito,
principalmente o rio e todas as pontes que o atravessavam.
Quando fomos para
Planica de autocarro pudemos ver, pelo caminho, as belas paisagens que nos
esperavam, enquanto já fazíamos amizade com os nossos colegas europeus.
Adorei todo o
programa e atividades que realizamos, e muito agradeço a toda a equipa de
professores que esteve connosco, principalmente às professoras Darja e Selma,
pela hospitalidade e simpatia.
Com o inglês na
ponta da língua lá fomos comunicando com os outros estudantes. Os workshops
(Biologia, Fisica, Astronomia) e as acividades de desporto ajudaram
muito a quebrar o gelo entre nós. E nada é melhor que conhecer novas pessoas e
fazer amigos.
Além de aprendermos
a comunicar e a experimentarmos diversas técnicas relativas ao estudo das
ciências também pudemos apreciar a natureza. Conhecem aquelas imagens dos postais que
'usam e abusam' do Photoshop? Elas existem! Lá em cima nos Alpes é
impossível não sorrir ao ver a paisagem, a biodiversidade, no meio
das monstruosas montanhas. Valeram a pena as apresentações e todos os quilómetros
que andamos para viver estas experiências inesquecíveis.
Depois duma difícil
despedida, voltamos a Ljubljana e conhecemos mais ao pormenor a cidade e a
escola da equipa eslovena, que foram sempre tão amáveis, para connosco. No meio
disto tudo não podíamos deixar de parte o Euro e a equipa de Portugal! Mais uma vez, eles pensaram em tudo e
foram connosco apoiar a nossa equipa. Digam-me, como podíamos nós não nos tornarmos
amigos deles?
A última noite
nesta cidade já foi num melhor hotel, onde não passamos muito tempo, porque
adormecemos tarde e levantamo-nos bem cedo para irmos para Itália. Aí ficamos num hotel em Mestre, mesmo junto a Veneza. Quando chegamos lá
só pensávamos em ir visitar os canais venezianos.
A greve de
transportes lá nos complicou a vida, mas nós nunca desistimos, claro! Por fim,
chegamos à cidade das gôndolas. E eu a pensar que depois de ver os Alpes já
nada mais me ia surpreender! Enganei-me, claro! Desafio-vos a irem à Praça de São
Marcos sem abrirem a boca ao verem tanta beleza, na arte daqueles monumentos.
Verdadeiras obras-primas. E esta cidade
italiana ainda fica mais romântica de noite! Foi uma pena não conseguirmos
andar de gôndola, mas para compensar comemos
pizzas e lasanhas deliciosas.


Infelizmente lá
tivemos de vir embora no dia seguinte. As saudades já eram muitas
mas também não nos importávamos de ficar mais uns dias a conhecer mais tesouros.
Ainda bem que ficamos com fotos e lembranças para nos recordarmos. Mas mesmo que não tivéssemos nada disso, nunca nos esqueceríamos desta viagem.
Um especial
agradecimento aosprofessores João Nuno, Margarida e Germana e aos meus amigos
Isac, Zé e Guilherme.