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Mobilidade a Derval, França, 16 a 20 outubro 2012

  

 

 

 


 
DERVAL – FRANÇA DE 16 A 20 DE OUTUBRO DE 2012

 

 

 

Ainda no âmbito do Projeto Comenius – NaTurE, Natural Treasures of Europe e a convite do Lycée d’Enseignement Agricole Privé, Blain-Derval, escola parceira deste projeto, 3 professoras (Arminda Loureiro, Maria Cidália Freitas e Georgina Rodrigues) e cinco alunas (Ana Filipa Marques, Bárbara Igreja, Bruna Soares, Clara Ferreira e Mariana Almeida), da Escola Secundária D. Maria II, Braga, deslocaram-se a Derval, França de 16 a 20 de outubro.

Tal como em mobilidades anteriores, efetuaram-se reuniões de professores, nomeadamente workshops sobre o Glossário-audiovisual, cujo conteúdo será um apanhado da fauna e flora mais representativas dos Tesouros Naturais Europeus, objeto do nosso estudo, e trabalho de campo no “Parc Naturel Régional de Brière”

 

16 outubro
Partida
 

Às 3h50 da manhã, prontas para apanhar o autocarro rumo ao aeroporto Sá Carneiro, nove caras muito ensonadas despediram-se dos familiares, no início de uma longa viagem até Derval, França.

O voo TAP era às 6h30 e não havia tempo a perder. A viagem foi excelente e agradecemos a amabilidade do pessoal de bordo da TAP que nos tratou com especial carinho e atenção, sobretudo às alunas que faziam o seu batismo de voo.

Por volta das 10h30, os colegas franceses foram buscar-nos ao aeroporto de Orly e levaram-nos em primeiro lugar à Torre Eiffel, ponto alto do dia para as alunas que ainda não conheciam este “ex libris” da cidade parisiense. Havia junto desta torre uma exposição de esculturas de todos os países, intitulada “United Buddy Bears”, cujo tema era L’Art de la Tolérance.

Houve ainda tempo para um pequeno passeio de autocarro nesta cidade  até chegar o momento de irmos buscar as restantes delegações estrangeiras que, entretanto, iam chegando ao aeroporto Charles De Gaulle.

 

 
Chegámos a Derval por volta das 23 horas, com alguma fome, cansaço e sono, mas o Lycée d’Enseignement Agricole Privé presenteou-nos com uma bela ceia e, retemperadas, fomos imediatamente dormir nos dormitórios da escola.
 
 
17 outubro
 
Durante o pequeno-almoço, o diretor do Lycée d’Enseignement Agricole Privé, Blain-Derval, deu as boas vindas aos presentes, desejou uma ótima mobilidade e bom trabalho para todos. Aproveitando a presença do diretor, a professora Cidália Freitas ofereceu a esta escola uma escultura da D. Maria II, pintada por ela à mão.

 De referir que temos oferecido a todas as escolas visitadas uma escultura semelhante, personalizada e pintada pela referida professora de Artes, Cidália Freitas.




Durante a manhã, enquanto decorriam as reuniões de professores, os alunos dos vários países praticavam desportos e jogos com o objetivo de se conhecerem melhor, visto que iriam passar três dias juntos. E não se pense que uma nova “Babel” surgiu! Dificuldades de comunicação entre eles não houve, pois, de uma maneira geral,  todos se expressavam corretamente em língua inglesa.



De tarde, professores e alunos visitaram a cidade de Nantes. Os alunos, integrados em grupos de alunos de várias nacionalidades e orientados por alunos franceses, deveriam participar num peddy-paper, a fim de melhor conhecerem a cidade e a sua cultura. Não foi possível realizar esta atividade pois a chuva caía abundantemente sobre Nantes. Assim, refugiámo-nos na galeria “Les Machines de L’Ile". Esta galeria situa-se nos antigos estaleiros de Nantes e exibe um “admirável mundo novo”, tendo por base a ficção de Júlio Verne, a obra de Leonardo da Vinci e a história industrial da cidade de Nantes. Este projeto encontra-se ainda em construção sob a orientação dos artistas François Delarozière e Pierre Orefice.


 

   

 Seguimos de metro para o centro da cidade onde pudemos admirar a Praça Régia, a Catedral, o Castelo, as galerias e, de uma maneira geral, a arquitetura da cidade.

Depois do jantar regressamos a Derval onde pernoitámos nas instalações do Lycée d’Enseignement Agricole Privé.

 

18 outubro
 

Este dia foi totalmente dedicado à descoberta do Parque Natural Régional de Brière.

Com partida às 8 horas da manhã, o dia foi inteiramente dedicado à observação e estudo deste “Tesouro Natural”. Destacamos a visita aos pântanos com a sua fauna e flora e à “Île de Fedrun”, sempre acompanhados de guias locais, que nos deram conta da riqueza de todo este património natural. Admirável é a forma como a Bretanha mantém ainda, e sempre em restauro, as coberturas de colmo.

 


        




19 outubro
 

Com partida às 8 horas, o nosso destina era, nesta escura e chuvosa manhã de outono, a praia “Pont Mahé”.

A atividade que nos foi proposta e imediatamente aceite foi a limpeza desta praia. Antes de deitarmos mãos à obra houve uma pequena preleção, por um especialista ambiental local, sobre a importância da limpeza manual das praias e consequente manutenção dos detritos biológicos deixados pela maré alta, uma vez que a limpeza mecânica leva consigo, para a morte, uma infinidade de seres vivos que, naturalmente, voltariam ao mar na maré alta seguinte.

Finalmente, munidos de luvas e sacos plásticos recolhemos todo o tipo de lixo, maioritariamente deixado pela descida da maré, que, pela sua natureza, iria prejudicar as espécies marinhas quando regressasse ao mar.





Devido ao mau tempo, não foi possível realizar as atividades proposta para a tarde: apanha de marisco à mão e visita às salinas de Guérande.

Assim, visitámos a cidade medieval de Guérande, com as suas muralhas e fosso intactos bem como a Catedral e outros monumentos dignos de visita.

 

Às 8 da noite teve início uma cerimónia de despedida, presidida pelo diretor do Lycée d’Enseignement Agricole Privé, Blain-Derval, seguido de um saboroso jantar, tipicamente Bretão, onde os crepes estiveram, naturalmente, em destaque.

Um grupo folclórico local exibiu-se com toda a arte, levando mesmo muitos dos presentes a tentar um passinho de dança bretã.

Bastante contrariadas, cedo abandonamos a festa pois a madrugada seria grande…


     
20 outubro

Regresso.


Às 5 horas da manhã já estávamos no autocarro que nos levaria a Paris. O nosso voo ainda demoraria umas horas mas, porque não havia um lugar para deixarmos as nossas bagagens, muito contrariadas, não pudemos ir até ao centro da cidade. A verdade é que também estávamos todas bastante cansadas.

Aterrámos no Porto e seguimos de autocarro para Braga, onde chegamos por volta das 23 horas e 30 minutos.

 



Conclusão: Os objetivos da mobilidade a Derval, França foram cumpridos integralmente; foi muito o que aprendemos e conhecemos durante estes dias.

A camaradagem e convívio entre nós, delegação portuguesa, e as outras delegações foram excelentes.

Finalmente, agradecemos a forma como fomos recebidos pelo Lycée d’Enseignement Agricole Privé, Blain-Derval, sobretudo pelos colegas que integram o grupo Coménius desta escola, muito especialmente às colegas Marina Nozay e Marie-Pascal.

 

 

 

 Descrição da mobilidade pelas alunas envolvidas nas atividades: 

Ana Filipa Marques, Bárbara Igreja, Bruna Soares,

Clara Ferreira e Mariana Almeida

 

           Terça Feira, 16 de outubro

            O nosso dia começou bem cedinho! O nosso voo, no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, estava marcado para as 6:40h, hora portuguesa ainda…Saímos de Braga,  no autocarro do aeroporto – GetBus  às 4:00H que nos levou até ao destino bem rapidamente. Depois de chegadas ao aeroporto, fomos diretas fazer o check-in, para que as nossas malas fossem logo despachadas. De seguida, e depois de alguns irrelevantes percalços, fomos passear um pouco pelo aeroporto, aproveitando para comprar água .A entrada no avião, cerca de uma hora depois, foi calma e pedimos ao Comandante para entrar no cockpit, acabando por fazermos uma visita guiada! Inesquecível!

 

Chegadas ao Aeroporto de Paris, a professora da escola francesa recebeu-nos muito bem, levando-nos numa curta viagem ao centro da cidade. Aqui, visitámos a Torre Eiffel, passámos pelo Arco do Triunfo, e observámos um pouco do pulsar da vida parisiense. Na Torre Eiffel, aconteceu algo misterioso! Um senhor completamente desconhecido, conseguiu “ler” a minha mente.

Já bem tarde, fomos almoçar. Toda a gente estava esfomeada, porque tínhamos tomado o pequeno almoço muitíssimo cedo. Escolhemos  o McDonald’s, para variar um pouco da ementa portuguesa... É que a fome era mais que muita…

 

De tarde, depois de nos encontrarmos todos no autocarro, fizemos uma longa viagem até à escola de Derval, à qual chegámos  cerca das 22h (francesas). A receção foi pouco calorosa, mas os quartos eram simples e práticos. Abrimos logo as malas e preparámos o que pudemos, antes do jantar, que nos esperava na cantina da escola (LycéeAgricole de Derval). Guiadas até à cantina, tínhamos uma especie de buffet com queijos, pâtés, pão, ovos e outros alimentos. Para todas o grande problema foi a comida ter sido servida fria, o que foi um desconsolo.

No final da refeição que nos tinham preparado, regressámos ao quarto, sem nenhuma dificuldade. E claro, no fim de um dia tão cheio, caímos todas nas camas, já feitas, dormindo de imediato.

 Quarta Feira, 17 de outubro

 

 

Depois de recarregarmos energias, algumas alunas francesas foram-nos acordar às 7h15.  Às 8:00h fomos tomar o pequeno-almoço.

De seguida, reunimo-nos num salão onde professores da escola francesa fizeram uma pequena apresentação sobre o seu tesouro natural. Depois, os alunos foram distribuídos em equipas para os jogos que se iriam realizar. Dirigimo-nos, então, para um pavilhão onde cada equipa se divertiu a jogar jogos tradicionais, disponibilizados pelos professores franceses.

        

Às 12h00 fomos almoçar. A ementa era mexilhões com batatas fritas.  De salientar que a quantidade de mexilhões seria de aproximadamente de 500 gramas.

 

De tarde, por volta das 14h00, rumo a Nantes, de autocarro, onde iríamos fazer um peddypaper com as equipas anteriormente formadas. Contudo, não foi possível realizá-lo, devido ao mau tempo.Como alternativa, visitámos a Galeria das Máquinas e explorámos um pouco da cidade à procura de recordações para trazer para Portugal.

 

Às 19:00h juntámo-nos na rua Royal Palace para decidirmos onde iríamos jantar. Alguns decidiram-se pelo Mac Donalds, outros por pizzarias.

Por volta das 22h40min chegámos a Derval, cansados, mas expectantes pelas atividades que se iriam seguir.


Quinta Feira, 18 de outubro

 

 Cheias de sono, acordámos às 6h30 ansiosas por visitar o "tesouro" dos nossos colegas franceses!

 Às 7h00 da manhã, fomos presenteadas com um pequeno almoço um pouco diferente dos dias restantes - tivemos direito a folhados de chocolate!

 Próximo das 8h00, saímos da escola em direção ao Parque Natural La Briere. Este parque, muito diferente do nosso Gerês, é bastante bonito. Observámos patos no seu habitat natural e aprendemos sobre a história geológica do parque, formado há muitos milhares de anos, através da análise de amostras do solo, utilizando instrumentos próprios para colheita. Ficámos a conhecer os antigos hábitos da população relativamente ao parque, tais como a abertura e fecho das barragens para o controlo dos níveis de água. Ficámos a saber também que as vacas que habitam em certas zonas do parque têm de ser transportadas através de barcos para zonas que não fiquem submersas.

 

Por volta das 11h30, dirigimo-nos para um salão onde almoçámos e convivemos mais um pouco com os nossos colegas estrangeiros. O almoço foi sandes com uma espécie de paté e, para variar, batatas fritas! Para além disso, também tínhamos direito a um chocolate quente, um café ou um chá. Ah! E ainda” roubámos” uns pacotes de bolachas! Durante o almoço convivemos mais com os gregos e as eslovenas, que conhecemos nos dias anteriores e se tornaram nossos amigos ao longo da viagem!

 

 O programa da tarde, em St. Joaquim, também foi bastante interessante. Primeiro viajámos em pequenos barcos por entre canais onde a profundidade da água não chegava a 1 metro. Durante essa viagem aprendemos mais sobre os animais da zona, nomeadamente castores e uma espécie prima dos castores e sobre a época de caça. Seguidamente, vimos as casas típicas daquela região.

 Umas horas depois, de volta à escola, jantámos um prato típico francês, cassoulet que é uma espécie de feijoada francesa.

 Um pouco mais tarde, fomos assistir a um concerto lá na escola, que fazia parte do festival de outono da terra onde nos encontrávamos. Uma das bandas, que tocou, chama-se The Sunkinks.

 

 Ao fim de umas horas de convívio e diversão com todos os colegas, regressámos aos quartos e deitámo-nos por volta da meia noite e meia, exaustas, mas novamente ansiosas pelo dia seguinte!


Sexta Feira, 19 de outubro

 

 

Acordámos às 6h30, 5h30 em Portugal!  Pequeno-almoço às 7h00. (Esta gente acorda toda muito cedo!!!!).

 

A camioneta partiu às 8h00 em direção à praia. Era suposto irmos apanhar mexilhões mas, numa reviravolta, acabámos por apanhar o lixo da praia. Ofereceram-nos t-shirts (para ficarmos todos bonitos e todos iguais), luvas para apanharmos o lixo e uns sacos para o colocarmos. Havia demasiado lixo na praia, para além de muito sargaço. Vimos uma alforreca viva! Ainda tivemos a tentação de a levar para a escola e dissecá-la (isto antes de descobrir que estava viva!).

Por volta das 11h30 reunimos os sacos todos, tirámos uma fotografia como recordação do nosso esforço e regressámos à camioneta, cheios de fome!

 

No caminho para a escola, onde iríamos almoçar, trocaram-se muitas assinaturas nas t-shirts, de modo a ficarmos com uma recordação de todos.

O almoço voltou a ser o mesmo de quinta-feira: sandes, um pacote de batatas fritas, uma garrafa de água e uma sobremesa. No fim do almoço, ocupámos o recreio onde as crianças francesas brincavam anteriormente e tirámos muitas fotografias, ensinando alguns professores e alunos estrangeiros a “Saltar à Macaca”. Despedimo-nos dos espanhóis que, infelizmente, tiveram que partir um dia mais cedo. Foi pena porque só na véspera da partida,  nos começámos a dar melhor com os nossos vizinhos.

Os espanhóis apanharam uma carrinha em direção ao aeroporto e nós apanhámos a camioneta em direção a Guérande onde alguns compraram recordações e comeram um maravilhoso e típico crepe de chocolate.

Às 5h30, rumo à nossa escola. Arrumámos as malas, deixámos tudo prontinho e às 7h30 estávamos no refeitório prontos para uma refeição patrocinada, em parte, pela Câmara de Derval.

Quando chegámos à cantina, atrasadas, tínhamos uma grande mesa à nossa frente, com uma toalha branca muito fina, repleta de copos (que depois encheram com cidra) e de fatias de pão com atum e outras iguarias. Chamaram-nos para a mesa. Os alunos franceses fizeram questão de nos servir. A comida eram crepes. Primeiro com ovo mexido, queijo e fiambre, e depois com cogumelos e bacon (eram um bocado esquisitos, diferentes dos que comemos cá em Portugal).

Para compensar o prato principal, a sobremesa agradou muito! Eram crepes! Podíamos pôr açúcar, gelado de caramelo ou Nutella. A Mariana e a Clara encheram a barriga com três crepes de Nutella cada uma ( e que bem lhes souberam!). A noite tornou-se bem mais interessante, quando um conjunto de bailarinos, todos trajados, começaram a exibir danças típicas. Não tardou muito, até todas nós entrarmos no ritmo e dançarmos também. A Turquia fez questão de nos mostrar uma das suas danças caraterísticas, que todos nós pudemos aprender.

Distribuímos os postais que a Clara tinha levado,( um por país) e também recebemos dos nossos amigos gregos, Nikos e Giorgos, um baralho de cartas que decidimos dividir irmãmente. No fim de termos suado um pouco com danças tão animadas, refugiámo-nos nos quartos. A Filipa trouxe a sua bagagem para o nosso quarto e ficámos a conversar até às 2h15.

A Bárbara adormeceu entretanto mas antes, ainda fizemos alguns vídeos, nomeadamente quando descobrimos que, afinal, as sapatilhas que a professora Arminda tanto procurava, estavam no nosso quarto, porque tinham vindo juntamente com as nossas galochas. Lá fizemos um papelinho que colocámos debaixo da porta da professora a informá-la da situação.

Caímos redondas de sono, sabendo que passadas duas horas estaríamos novamente acordadas, prontas para enfrentar um novo dia.

 Sábado, 20 de outubro


Após a curta noite de sono que tivemos (nem sequer duas horas !), levantámo-nos com muito sono e de certa forma felizes pelo regresso a casa. 
Recordando a fantástica semana que tínhamos passado, saímos do quarto prontas a apanhar a camioneta que partia às 4h30 (hora francesa) em direção a Paris.
Durante a viagem,  fez-se um silêncio pouco habitual . Desde o primeiro dia que a camioneta era um local de grande convívio, contudo naquela manhã só se vislumbravam inúmeras cabeças caídas e mergulhadas num sono profundo. 
Por volta das 9h15, a paragem da camioneta despertou todo o grupo: era hora de tomar o pequeno-almoço! Dirigimo-nos a uma estação de serviço onde tomámos leite com chocolate quente de forma entusiasta, esperando que os nossos corpos aquecessem. 
As restantes duas horas de viagem foram ligeiramente mais agitadas. Apesar de algum  cansaço, aproveitámos para conversar e tirar fotos de última hora. 
 
Algum tempo depois chegámos a Paris. Como fomos o último país a abandonar a camioneta, tivemos tempo para várias diversões: despedirmo-nos saudosamente dos nossos novos amigos, sortear um cachecol oferecido pelos estudantes turcos, assim como duas canetas esquecidas por elementos de outros países e ainda tirar uma soneca.
 

 Já no aeroporto de Orly, decidimos almoçar, tarefa que se revelou difícil… No terminal Sul, onde nos encontrávamos, só existia um restaurante extremamente luxuoso, por isso tivemos de nos deslocar de metro para o terminal Norte. Aqui, onde a zona de restauração já era mais diversificada, iniciámos uma perseverante busca por um local onde finalmente pudéssemos comer massa ou arroz. Depois do almoço, conseguimos ter acesso à Internet por 30 minutos, tempo mais do que suficiente para nos desforrarmos dos 5 dias ausentes do Facebook, e fomos às compras na esperança de conseguir o presente perfeito para cada um dos nossos entes queridos. 

De seguida, despedimo-nos de Paris e iniciámos o aguardado regresso a casa. 
Já em Portugal, e apesar de a Bruna perguntar qual era o próximo voo (nós bem tentámos prolongar aquela experiência), tivemos de entrar no autocarro para Braga. Quando chegámos à nossa cidade natal, cumprimentámos calorosamente os nossos familiares e a professora Maria da Guia, que nos esperavam saudosos. 

 

Finalmente, cada uma seguiu o seu caminho, na esperança de um dia poder voltar a repetir tal aventura.

 

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